Sobre as percepções diárias

Você

Porque as pessoas se incomodam tanto com a vida alheia? As inimigas morrem de inveja. É muita invejas na minha vida…(frases que vejo muito nas redes sociais)

O que na verdade é a percepção que temos do que esta lá fora. Um dia você acorda e não esta se importando com nada nem com ninguém a respeito do que dizem, do que acham de você ou do que falam. E sai de casa num estado de espirito tão bom, que tudo da certo, e permanece em ordem.

No outro você acorda e sei lá se de mau humor, ou cansado, tropeça no pé da cama, e parece que as coisas não estão dando certo, e você começa a pensar que o mundo esta contra você, que as pessoas estão contra você, e que estão falando mal de você, ou porque você esta descabelado, mal vestido, desleixado , ou estão com inveja, ou colocaram olho gordo, enfim.

E no final das contas tudo esta como no dia anterior, a sua percepção que mudou, assim como seu colega de trabalho, faculdade, da rua, também tem estes dois dias na vida deles.

O modo como vemos as pessoas e como nós ‘estamos’ e não como elas ‘são’.

O que temos que perceber é que, cada um esta acordando, trabalhando para seus objetivos. As pessoas não estão lá fora tramando para você, falando de você ou conspirando. As pessoas estão tão ocupadas com suas vidas, e ninguém é o centro do mundo.

O que acontece é que muitos se acham os perseguidos e acham que todos estão falando deles. E na verdade ninguém esta nem aí. Afinal cada um esta passando por seus problemas, cuidando de seus assuntos, e não tramando contra o mundo.

Se você parar pra pensar respirar fundo, esperar o dia seguinte, vai ver que aquilo era besteira. No final das contas se você mudar isso, se você sorrir, se você dar bom dia, se você ajudar todos a sua volta, irá perceber o quanto as pessoas mudarão.

E vai entender que nada depende do que você acha dos outros, porque os outros são ´para nós´ o que achamos, e não o que ele realmente é.

E se você mudar a sua forma de lidar com as coisas vai entender que todos a sua volta serão pessoas melhores para se conviver, pois é você que está e não eles quem são.

 

 

 

Sobre os Felizes

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Existem pessoas admiráveis andando em passos firmes sobre a face da Terra. Grandes homens, grandes mulheres, sujeitos exemplares que superam toda desesperança. Tenho a sorte de conhecer vários deles, de ter muitos como amigos e costumo observar suas ações com dedicada atenção. Tento compreender como conseguem levar a vida de maneira tão superior à maioria, busco onde está o mistério, tento ler seus gestos e aprendo muito com eles.

De tanto observar, consegui descobrir alguns pontos em comum entre todos e o que mais me impressiona é que são felizes. A felicidade, essa meta por vezes impossível, é parte deles, está intrínseco. Vivem um dia após o outro desfrutando de uma alegria genuína, leve, discreta, plantada na alma como uma árvore de raízes que força nenhuma consegue arrancar.

Dos felizes que conheço, nenhum leva uma vida perfeita. Não são famosos. Nenhum é milionário, alguns vivem com muito pouco, inclusive. Nenhum tem saúde impecável, ou uma família sem problemas. Todos enfrentam e enfrentaram dissabores de várias ordens. Mas continuam discretamente felizes.

O primeiro hábito que eles tem em comum é a generosidade. Mais que isso: eles tem prazer em ajudar, dividir, doar. Ajudam com um sorriso imenso no rosto, com desejo verdadeiro e sentem-se bem o suficiente para nunca relembrar ou cobrar o que foi feito e jamais pedir algo em troca.

Os felizes costumam oferecer ajuda antes que se peça. Ficam inquietos com a dor do outro, querem colaborar de alguma maneira. São sensíveis e identificam as necessidades alheias mesmo antes de receber qualquer pedido. Os felizes, sobretudo, doam o próprio tempo, suas horas de vida, às vezes dividem o que tem, mesmo quando é muito pouco.

Eu também observo os infelizes e já fiz a contraprova: eles costumam ser egoístas. Se fazem uma bondade qualquer, calculam o benefício próprio e seguem assim, infelizes. Cada vez mais.

O segundo hábito notável dos felizes é a capacidade de explodir de alegria com o êxito dos outros. Os felizes vibram tanto com o sorriso alheio que parece um contágio. Eles costumam dizer: estou tão contente como se fosse comigo. Talvez seja um segredo de felicidade, até porque os infelizes fazem o contrário. Tratam rapidamente de encontrar um defeito no júbilo do outro, ou de ignorar a boa nova que acabaram de ouvir. E seguem infelizes.

O terceiro hábito dos felizes é saber aceitar. Principalmente aceitar o outro, com todas as suas imperfeições.Sabem ouvir sem julgar. Sabem opinar sem diminuir e sabem a hora de calar. Sobretudo, sabem rir do jeito de ser de seus amigos. Sorrir é uma forma sublime de dizer: amo você e todas as suas pequenas loucuras.

Escrevo essa crônica, grata e emocionada, relembrando o rosto dos homens e mulheres sublimes que passaram e que estão na minha vida, entoando seus nomes com a devoção de quem reza. Ainda não sou um dos felizes, mas sigo tentando. Sigo buscando aprender com eles a acender a luz genuína e perene de alegria na alma. Sigamos os felizes, pois eles sabem o caminho. Autora: Socorro Aciolli.

Pensa conta até 5 e vai.

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Porque eu vejo que só o pensamento positivo não funciona.

Claro não adianta você ficar lá reclamando, reclamando, que você vai atrair pensamentos negativos, vibrações negativas, e parece que tudo vai fluindo para aquilo. E que pensar positivo faz você ter uma energia boa e atrair coisas boas.

Mas…. tem uma vírgula ai para até onde isso funciona.

Vou pensar positivo porque quero emagrecer, atrair prosperidade, quero um trabalho bom, e ficar sentada esperando o universo.

Quer emagrecer, levanta e vai malhar, vai correr, andar de bike etc, pensamento ajuda, mas não vai substituir o seu esforço.

Se você não procurar o trabalho não vem, se não se mexe a gordura não vai, se não se esforçar não chegará a lugar nenhum.

Pensar positivo, nos alegra e trás coisas boas sim, mas quando está ligado as suas atitudes. Assim como pensar negativo.Quando somos tratados injustamente e ficamos com raiva, nossos pensamentos podem ajudar e nos motivar a agir, fazer mudanças na situação e em nossas vidas.

Ambos nos ajudam, mas se agente entende que nossas atitudes é que vão direcionar estas energias e pensamentos ai entendemos tudo.

Exemplo como quando vemos uma imagem ou uma paisagem bonita ou assistimos um vídeo motivacional, ele da aquela carga na nossa energia para agirmos, essa energia não vai durar para sempre, mas vai apertar o gatilho para agirmos.

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Assim como certas atitudes pode influenciar nas ações, como uma pesquisa que vi, que diz que se antes de uma situação importante, se você ficar na posição da mulher maravilha com os braços na cintura em frente ao espelho por 5 minutos, vai trazer sensação de poder para sua mente para agir.

Ou quando você esta triste e desanimado, segurar um lápis na diagonal na boca com os dentes, forçando o sorriso, o cérebro vai entender que você esta sorrindo e melhorar a vibração boa.

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Ainda são as atitudes que estão influenciando os pensamentos, pois ambos estão ligados.

Pensa … Conta até 5 e vai!

 

 

 

 

 

 

Faça algo … você é responsável.

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Para muitos e confesso que pra mim também sempre foi difícil o fato de pensar em fazer terapia.

Não importa qual, não importa como, mas qualquer tipo de terapia eu via como algo que só precisava quem tivesse passado por algum trauma e precisasse retomar uma situação.

Você só precisa encontrar a certa para você, e ai você “se encontra” melhor e evolui.

Super normal isso de você ir num médico, ou em qualquer outro profissional e não compreender ele ou ele não te compreender, parecer que nem falam a mesma língua… então você vai em outro.

Hoje consigo pensar no que muitos dizem… “Todo mundo tem que fazer terapia”.

Ninguém é tão auto suficiente que não precise ser ajudado, seja por palavras, por algum curso, alguma nova atividade, espiritualmente, ou por alguém.

E quando falo em terapia, não digo só, ir no psicólogo, mas sim tratar a sua mente com algo que te eleva, que te faz melhor, que você goste de verdade e te faça esquecer ou repensar nas suas questões pessoais.

Com isso passei a ver as minhas atitudes e principalmente ter pensamentos diferentes, com coisas que são super simples, e eu não enxergava.

E algo que tenho percebido é que consigo ver as coisas muito além do que eu via… e o quanto isso tem me deixado melhor comigo mesma.

E a primeira frase que vi (num texto do Harry Browne) (e também ouvi muito nas lives do Italo Marsili) e coloquei na minha cabeça e percebi que fez eu mudar tudo a respeito do que eu pensava é ” Ninguém te deve nada”. E é a mais pura verdade.

E se você pensar, ninguém deve ter atitude nenhuma porque você quer algo seja de x forma, ninguém me deve nada, e se quero algo vou lá e faço, ou simplesmente não faço, mas sei que não fiz porque é minha atitude não querer, seja porque não concordo, porque já não ligo para aquilo, mas só depende de mim, que tudo que diz respeito a mim, ai a vida fica tão mais simples.

E ninguém me deve nada, então porque coloco a responsabilidade no outro, se a responsabilidade é toda minha.

E isso serve para várias áreas da vida… passamos a não levantar problemas, pois se você quer algo você vai e faz, não importa se era atividade do outro.

Por exemplo, você tem suas responsabilidade no trabalho e existem outras também, mas pensa, ah não vou fazer isso por que é responsabilidade do outro, mas ‘idaí’, vai lá e faz, porque uma hora vão ver isso ou seu trabalho pode depender dessa pendência, e a única coisa que não falha é a meritocracia.( E se a meritocracia falhar, vai lá e muda isso, muda de emprego, mude de curso, mude de casa, mude de vida, mas você é responsável).

O outro também deve pensar da mesma forma, pensar por ele, assim como você deve pensar nas suas responsabilidades o outro pensar nas dele, afinal a vida também é uma reciprocidade, mas cada um deve saber e entender o que é melhor para si antes de tudo.

Além da meritocracia, a reciprocidade é importante, então vai lá e pensa na sua, ninguém te deve nada, e ainda assim você deve se colocar no lugar do outro as vezes, muitas vezes…

Ninguém te deve nada, e você tem que parar de reclamar(reclamar faz mal para saúde)…. se alguma coisa te incomoda vai lá em faz… e se não te atrapalha, deixa como está. Só seja responsável pela sua vida…

Calico

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Calico foi uma cidadezinha mineira que lá em 1881 produziu mais de $ 20 milhões em minério de prata em longos 12 anos, que foi quando a prata começou a perder o valor, e ela começou a perder também sua população.

Ela fica no meio do deserto da califórnia, e após a saída dos mineiros, a cidade vazia hoje em dia é visitada e conhecida como Ghost Town (Cidade fantasma).

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Em 1951 Walter Knott(ex morador da Calico), resolveu comprar a cidade e restaurá-la, e em 1966 decidiu doa -la para San Bernardino – Califórnia. Onde Calico passou fazer parte do sistema regional de parques regionais do condado de San Bernardino.

Em calico você encontra, Artefatos, documentos e fotografias antigas, a história da época dos mineiros, passeio fantasma, minas de prata, passeios off-road, (com reserva), e inclusive você pode acampar em Calico.

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Foto ilustrativa

Motocicletas e veículos de 4 rodas são bem-vindos na Calico Ghost Town. Atrás do acampamento há uma trilha que da acesso para os Canyons de Odessa e outros mais…

Fomos em Abril, passando por Las Vegas, e descendo para Santa Monica, no caminho resolvemos parar para conhecer a famosa Ghost Town, com aquele tempo seco do deserto, você se sente como se estivesse entrando no velho oeste daqueles filmes onde a qualquer momento vão sair dois atiradores, com aquelas pequenas arminhas no meio da rua cada um virar de costas para o outro de costas dar “x” passos, se virar e começar o tiroteio (rsrs viajei, mas da mesmo para imaginar a cena)…

Confesso que valeu a pena a parada nessa cidadezinha charmosa no meio do deserto.

 

 

 

 

DESTINO: PRAIA DO BONETE

Então fomos finalmente à Praia do Bonete que tanto falamos em ir…

A praia é quase deserta, areia branquinha, água limpinha… Lá é uma vila de pescadores. Moram eles e suas famílias… Segundo um rapaz de lá a vila tem 350 moradores.

 

Saímos sábado cedinho, ou melhor de madrugada, por volta das 3hrs da manhã… Pegamos a balsa em São Sebastião para a Ilha Bela, marcamos com o homem que iria atravessar o mar com agente de canoa umas 8hras, ele chegou mais ou menos por ai, deixamos os carros num estacionamento em Ilha Bela, onde era 5 reais por dia só. E seguimos de canoa em alto mar, confesso que deu medo a canoa era pequena (mas coube os 7 mais o dono dela, mas as bagagens e as pranchas), o mar sacudindo e o tempo não estava lá aquelas coisas, mas enfim depois de quase duas horas na canoa, conseguimos.

 

Lá o pessoal é bem receptivo… Todos que conhecemos foram muito legais com agente. Quando nossa canoa estava chegando à praia, vieram vários deles para ajudar tirar as coisas da canoa, e nos receber, e já nos levaram para um camping, que é onde o filho do senhor que nos levou de canoa toma conta. O camping saiu 15 reais o dia, fomos em 7 pessoas, foi bem baratinho.(Apesar de lá tbém ter pousadas, ficamos no camping). 

Lá não tem energia elétrica… Então eles fazem sua própria energia com umas aparelhagens gerando energia pela água da cachoeira, mas isso somente para as casas, então por isso a noite se quiser dar uma voltinha na praia, caminhar na areia, não pode esquecer a lanterna, fica um breu lá a noite. 

No camping, quase não ficamos sozinhos, vira e meche aparecia alguém lá da vila pra conversar com agente até horas. E o pessoal super legal e divertido. Conhecemos varias historias do local, e percebemos o orgulho que o pessoal de lá tem de ser “boneteiro” rs, uma expressão que ouvi.

Eles falam assim, aqui no “meu Bonete” se referindo à ilha, com orgulho. Eles vivem da caça, pesca. Os lixos são recolhidos em certo dia da semana (a praia esta sempre limpa), e os barqueiros levam para Ilhabela.

Tem varias trilhas, tanto que uma delas é a de Ilhabela até o Bonete (15 Km), ao invés de fazer o percurso de barco como fizemos, tem o da trilha, que são e torno de 5 horas pra chegar lá.

 A trilha que fizemos, foi para subir até o mirante, onde da pra ver a praia toda e a vista do alto mar, é lindo lá de cima, fotos não faltaram, pena que uma das máquinas no fim do dia sem querer foi apagadas todas as fotos (ainda esta em processo de recuperação, que tem procedimentos para isso), e ainda tem outra maquina com varias fotos.

  Visitantes nessa época são poucos, assim como eles disseram deu pra ter nos encontrado, se fosse em outra época seria mais difícil de ter sido assim, pois em época de carnaval, ou 8/9(um dos dois dias depende de que dia da semana que cai) de Julho, tem uma festa da santa padroeira do Bonete, Santa Verônica, a ilha fica bem cheia de visitantes, para passear, Surfar(que é o que mais chama atenção das pessoas até o Bonete – “O Surf”).

 

O Surf é praticado por quase todos lá, e muitos vêem de fora e ficam sabendo do Bonete pela praia, ondas e paz.

 

Lá às vezes parece que o tempo parou, é uma tranqüilidade, paz, o pessoal vive em harmonia, todo mundo conhece todo mundo por lá. As crianças andam por toda parte sem perigo, surfam e aprende desde novinhos.

 

Apesar de termos levado lanche por não saber como seria por lá. Quando chegamos um dos homens que nos recebeu nos oferecendo peixes (que são os que eles pescam por lá).

 

Acabamos comprando com ele, peixe fresquinho, e como estávamos em camping sem fogão sem as facilidades daqui de São Paulo, entramos no ritmo deles. E essa era a idéia, desligar de SP e entrar no ritmo da comunidade, e lá vão os rapazes buscarem galhos, armarem a fogueira e preparar nossa janta. Isso mesmo, Peixe assado a lenha, sal os meninos tinham levado, limão pegamos no pé, e lá foram eles começar com o peixe, na Folha de bananeira, o primeiro dia foi meio trabalhoso, o peixe saiu bom, mas na noite seguinte com a dica de um local que deu a dica de qual a folha certa da bananeira que tem que usar, de como tem que deixar o peixe na fogueira, e ajuda de outro que nos vendeu o peixe no dia seguinte e ainda uns tomates, passamos como caiçaras de praia deserta muito bem.

 

E segue os rapazes, temperaram o peixe, abriram (já estava limpo), colocaram tomates em fatia dentro e no meio e fizeram com a bananeira assim como os locais nos explicaram… Confesso nunca tinha comido um peixe tão bom, “Alcaparras” e “Sororoca”, os da primeira noite eu não lembro os nomes também porque fui bem cedo pra barraca e mal vi o preparo, só vi quando me levaram um pedaço.

 

Enfim, já me estendi demais, e fica a dica, Bonete é uma das praias mais lindas que já vi; a comunidade local; as praias para o surf; a cachoeira; o mirante; o rio que deságua no mar; as boas conversas; bons papos com moradores e as tradições locais é que tornam lá especial.

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E esse foi o Bonete que conhecemos neste final de semana prolongado… um paraíso escondido a duas horas de canoa ou mais ou menos 5 horas de trilha de Ilha Bella.

SÃO ROQUE = VINHO

Este post já deveria ter sido escrito antes, mas não sei porque não escrevi,.. Whatever.

Falávamos em ir pra lá num tal de Sky Moutain Park, vimos uma propaganda, de que era uma pista de Sky montada lá em São Roque num parque e tal, queríamos esquiar e como aqui no Brasil isso é coisa quase impossível, fomos para São Roque.

Chegando lá no parque, não ficamos muito empolgados com a pista, era de borracha, colocamos muita espectativa de que seria igual uma pista na neve de verdade, mas tudo bem.

O parque era legalzinho, tinha uma adega lá (São Roque é conhecido como a cidade do vinho certo), tinha animais, uma parte era Paint Ball, Tiro ao Alvo com arco e Flecha, o parque era tranquilo, é um lugar pra ir com família, crianças e tudo mais, e tinha um boneco de neve enorme no meio do parque, onde você podia entrar nele subir por uma escadinha e colocar o rosto pra tirar foto, legal.

Logo saimos do parque fomos andar pela cidade…. e estava tudo meio deserto, cidade de interior, não tinha nada, além da pracinha no centro a igrejinha etc. Então fomos almoçar num shopping, no intuito de descansar pra voltar pra casa, quando uma mulher lá nos falou sobre a estrada do vinho, ficava pouco afastada de lá, e nos deu um Flyer de São Roque.

Vimos os lugares e fomos conhecer, passamos pela Vila Brazital, fica como um parque, também estava abandonada, era umas casinhas antigas, todas pintadas de amarelo tinha muito verde, e no meio do nada uma porta de garagem aberta, um casal vendendo artesanato no meio daquele lugar deserto(não sei se é sempre deserto daquele jeito, mas achamos pouco estranho).

Continuamos nossa rota, a rota do vinho, e fomos conhecer a estrada do vinho, muito legal termos encontrado aquela mulher, senão teríamos ido embora sem ter conhecido a melhor parte de são Roque.

Onde passamos por varias adegas,tentamos visitar todas mas algumas não passamos, porque são muitas, fomos nas principais.

Todas elas tinha amostras, você ia e experimentava para o caso de querer levar algum.

Os vinhos era bem baratinhos, e muito bons. Em todas adegas tinha a lojinha de conveniência com doces, chocolates, artesanatos e outras coisas além do Vinho.

A melhor de todas que passamos foi a Góes, ela estava super cheia, tinha uma praça grande, um pessoal tocando MPB na praça, um lago com varios peixinhos, com uma ilha no meio do lago.

Fomos também no Museu do Vinho, lá tinha umas máquinas antigas de fazer vinho, uns diplomas, antiguidades, e claro venda de artesanato, doces, e vinhos… Nisso acabamos ficando por lá para no dia seguinte continuar conhecendo a rota do vinho, porque em um dia só não conseguimos, nos hospedamos em um hotel no centro, e é isso gente, São Roque é um destino perto (interior de SP), que vale a pena conhecer, mas se for apenas no centro você vai achar que não tem nada de muito diferente de uma cidade de interior… vale ver até mesmo no próprio site de São Roque as indicações de turismo de lá.